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Notícia

Pena para autor de chacina em Pinhal Grande supera 100 anos de prisão

O homem acusado de matar quatro pessoas no município de Pinhal Grande, em novembro de 2016, foi condenado a 128 anos de prisão. Ariosto da Rosa foi considerado culpado pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Júlio de Castilhos, pelos homicídios de Bianca Moraes de Salles, Iran Gonçalves dos Santos, Alex Cardoso Leal e Afonso Gonçalves. O Júri foi presidido pelo Juiz Ulisses Drewanz Gräbner, da Vara Judicial da Comarca de Júlio de Castilhos, e se estendeu durante todo o dia.

Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), Ariosto da Rosa matou primeiro a enteada, de 16 anos, com um tiro na cabeça na propriedade rural dele. Em seguida, deixou o local e atirou contra Alex, 17, e Iran, 10, que estavam em uma parada, esperando o ônibus escolar. Depois, foi até a localidade de Gringuinha e atirou contra Afonso, 60, que alimentava os porcos em sua propriedade rural.

Antes de ser morta, Bianca foi estuprada pelo padrasto. E, de acordo com o MP, o motivo do crime teria sido para assegurar a impunidade do crime. O motivo das execuções de Iran e Alex seria desavenças pessoais com os pais dos garotos. Já Afonso teria danificado uma mesa de sinuca do acusado no passado.

Ariosto foi pronunciado em 26/07/17. Ele está preso.

Cabe recurso da decisão.

Proc. 21600014043

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
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